sexta-feira, 11 de março de 2011
Sydney
Chegamos em Sydney tem uma semana.
O ancoradouro que estamos, próximo ao Fish Market é ótimo.
Muito tranquilo, com acesso fácil a terra o que nos proporcionou explorarmos a cidade com as bikes.
Fizemos belos passeios e pudemos comprar algumas peças de manutenção, e provisionarmos o barco.
Nos últimos dias aproveitei para revisar e consertar (como sempre) vários ítens do barco : manetes(enrijecida por ferrugem), saco da vela (costura), vela (um dos carrinhos faltado rolamentos), ajuste das rodas de leme(folgadas), painel de controle do motor (luzes dos instrumentos e de alerta queimadas), termostato do sistema de arrefecimento de agua doce (emperrado), retirei a bomba mecânica de alta pressão do watermaker que fica acoplado ao motor (ela estava inoperante e apenas sujava o motor com óleo e fuligem da correia).
Pra quem acha que a vida de velejador é puro glamour...
Hoje deveremos ir visitar nossos amigos Any, Clive, Maya e Isabella.
Comecei a observar o comportamento da meteorologia novamente, e quem sabe semana que vem se abrir uma janela começaremos a volta a Gold Coast, pois esta chegando a hora de rumarmos norte com o final da temporada de ciclones se aproximando.
Z
Tsunami
Apesar de estarmos chocados e tristes com os acontecimentos no Japão, continuamos ancorados numa área de Sydney bem protegida. Apesar dos noticiários alertarem para a possibilidade de que a Austrália fosse atingida por uma sequela do Tsunami, não percebemos absolutamente nada diferente onde estamos, e nada anormal foi noticiado nesta área.
Tudo bem conosco.
Sábado, 12/03 - 9:50 LT (Sexta 11/03 - 19:50 - Brasil).
Z
sábado, 5 de março de 2011
Austrália... continuação
Retornei do Brasil para a Austrália na véspera do natal.
Passamos o natal a bordo do Tutatis, na marina East Coast, e alugamos um carro para irmos até Sydney passar o ano novo com nossos amigos Oscar e Graciela.
Alias foi um privilégio o lugar de onde assistimos a festa de fim de ano dos australianos – exatamente de frente ao Opera House, a bordo do Zenitude que estava ancorado em Sydney Harbour.
Bela festa.
Retornamos para Brisbane no dia seguinte para terminarmos a infindável lista de manutenção e melhorias do barco.
Presenciamos as intermináveis chuvas e pela tv acompanhamos as enchentes que assolaram Brisbane.
No mês de Janeiro tive um convite de trabalho em uma empresa chinesa em Shenzhen, e lá fui para a China fazer os testes e entrevistas. A Sandra ficou a bordo mais uma vez. Retornei final de Janeiro, e na semana seguinte tiramos o barco da água para pintura de fundo.
Na retirada, constatamos a corrosão total do anodo da rabeta, assim como grande parte dela. Depois de muita pesquisa chegamos a conclusão que a reação galvânica foi fruto da conjunção de algum problema do fornecimento de energia elétrica da marina e a instalação elétrica do barco que apresenta alguma falha em seu aterramento. O resultado, ou melhor falando o prejuízo, foi uma rabeta nova e dez dias de marina (havíamos previsto três).
Barco na água novamente, iniciamos o planejamento para nos movimentarmos.
Resolvemos seguir até o sul – Gold Coast, pelos rios e mangues que ligam as duas cidades (poderíamos ir por mar também).
A viagem foi muito interessante, feita numa região muito rica em fauna e flora, muitos barcos em todo o percurso e muito stress também devido a baixa profundidade dos canais.
Apesar de seguirmos dois sistemas de cartas de navegação ( Navionics e Garmin) e checando sempre com manuais locais, certos pontos simplesmente não constam a sondagem de profundidade, e descobrimos isto da pior maneira.
Foi um vai e vem constante até acharmos o caminho certo.
Tivemos que pernoitar no meio do caminho devido a maré baixa que impedia nossa passagem, aguardando a manhã seguinte para podermos continuar.
Chegamos a Gold Coast, e fomos direto para o ancoradouro que acabou virando nosso endereço por 10 dias. Muita mordomia na ancoragem, com uma linda praia a 200 metros, supermercado e shopping center com píer para o dingue a 10 minutos, abastecimento da agua grátis, cabine de banho grátis também e além disso um píer a 100 metros onde podíamos deixar o dinguie para nossos passeios de bike.
Alias ótimos passeios pelas lindas praias de Golden Cost.
Acompanhando sempre a meteorologia da região, aprendi o comportamento das frentes e perturbações (nem sempre previsíveis do mar da Tasmânia).
Surgiu uma janela para podermos seguir mais ao sul, e zarpamos com destino a Sydney.
Dia 25/02 – sexta-feira as 17 horas deixamos a barra de Gold Coast.
As cartas de navegação e as referencias dos manuais locais mencionam a existência da corrente da Austrália que em alguns pontos chega a 4 nós em direção ao sul.
De fato, encontramos a dita cuja, e por menos pano que colocássemos, andávamos a 8 nós de média. Vento também é coisa que a partir do meio dia sempre existe e forte, e morro abaixo.
Resultado é que em 48 horas havíamos feito quase 360 milhas.
Mas como tudo que é bom, dura pouco, uma linha de instabilidade apareceu do nada nas cartas de previsão. Achei melhor descansar ancorados em algum lugar seguro. Optamos por Port Stephens. Noite tranquila, e pudemos dormir bastante.
Dia seguinte, calculei que ainda teríamos mais algumas horas antes do mau tempo chegar até onde estávamos e decidimos seguir até New Castle, 25 milhas ao sul, o que nos deixaria a 12 horas de navegação até Sydney e evitaríamos uma noite no mar.
Ao entrarmos em New Castle, no final da tarde, o tempo como previsto, virou.
Chuva e vento forte a noite toda, mas estávamos protegidos no píer da marina que acabamos ficando três dias aguardando o mau tempo passar.
New Castle é uma pequena cidade muito linda, com construções que lembram muito a Escócia e Inglaterra.
Não aproveitamos mais devido ao mau tempo.
Finalmente dia 2/03 Quarta-feira madrugamos, e tivemos um dia bem calmo de vento e mar, mas em contrapartida tivemos que motorar até 15 milhas antes de Sydney, quando o vento entrou, e pudemos velejar.
Entramos em Sydney Harbour em grande estilo, com todo pano em cima.
A entrada da baia é muito linda, com paredões de rocha parecendo falésias que acompanham os últimos quilômetros da costa até o espaço da entrada.
Na boca da baia, na ultima curva a silhueta da cidade e seus monumentos famosos surgem nos chamando a atenção.
A quantidade de veleiros e barcos que pudemos ver dentro da baia é algo notável.
Esse povo adora o mar e a vela, definitivamente.
Optamos passar a primeira noite bem próximos a entrada, na primeira enseada abrigada, próximo a Manly e o antigo posto de quarentena.
Lugar tranquilo, mas devido ao constante vai e vem dos ferries que fazem Sydney – Manly, um ondular constante, perturba a paz do lugar.
Ficamos mais um dia ainda ancorados ali para descansarmos e ajeitarmos o barco da viagem.
Dia seguinte, levantamos ancora para nos mudarmos para dentro da baia.
Apesar da chuva fina intermitente, apreciamos muito o visual da cidade, do Opera House, da famosa Harbour Bridge e dos milhares de veleiros que cortavam nossa frente em dezenas de regatas.
Fomos direto para o ancoradouro “Fish Market”, ao lado do mercado da cidade.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Austrália (primeiro mês)
O Zé foi para Curitiba, após nos instalarmos na Marina e conhecermos um pouco de Manly, onde estamos aqui em Brisbane.Já agilizamos reforma no saco da vela grande ( main) ,assim como um novo rizo na mesma ,que nos permitirá reduzir ainda mais a área velica nos dias de vento forte.Nosso toldinho do Cokpit também será reformado e impermeabilizado,ítem fundamental para nosso conforto à bordo.Tudo estará pronto em meados de dezembro.Apesar do custo de vida aqui ser bem alto,é um lugar extremamente fácil para qualquer tipo de manutenção no barco pois são oferecidos vários serviços de qualidade uma vez que a tradição marítima é forte.Impressionante o numero de embarcações de todo tipo transitando a qualquer hora e dia da semana!
O Tuta recebeu mais uma visita querida, dessa vez foi a Rita Greca,minha amiga de longa data.Ficou comigo quase três semanas.Estivemos em Sydney e Byron Bay.Lugares que quero dar umas dicas para quem pretende vir para cá.
Em Sydney, além dos pontos turísticos imperdíveis, como a Opera House,Harbour Bridge,The Rocks,Botanic Garden achei demais as praias de Maroubra,Bondai,Manly e Shelly Beach.São praias sossegadas,com muitas ondas para surf e gente de bem com a vida. Os bairros ( subúrbios) Newtown e Paddington são absolutamente pitorescos e até bizarros! As feiras são sempre uma surpresa por lá, como cada bairro de Sydney,na verdade é como um distrito independente,tem sua própria prefeitura e assim por diante,tem também sua personalidade e as “tribos” que os habitam são totalmente diferentes.Nessas feiras,além do artesanato,sempre tem um show além das comidas mais variadas.O bacana de uma feira é que alguém sempre tenta inovar e é claro,os preços são mais acessíveis que no comércio em geral.
Em Byron Bay o astral é diferente.Lá o tempo passou devagar e os hippies que por lá estiveram nos anos 70 foram ficando e a cidade é composta de uma mistura das gerações desde então mas manteve o ritmo de paz e amor.Imperdível a caminhada até o Farol, a Main Beach e a feirinha que acontece aos domingos.Essa realmente ganhou em originalidade!
Bem, toda viagem tem uma roubada...a nossa se chamou Nimbin.Fomos até lá conferir o que seria de fato a maior comunidade hippie da Austrália e nos decepcionamos .Fui esperando cultivo de alimentos orgânicos, roupas tingidas à mão,brincos de miçangas...encontrei uma cidade linda por natureza,mas triste,suja e com decadente comércio apelativo de produtos com a estampa de uma folha de maconha.Na verdade quase tudo lá,gira em torno da própria e foi difícil até mesmo encontrarmos um local mais “corado” para comer.Aliás,café e bolinho da melhor tradição inglesa que valeram a empreitada.Voltamos rapidinho para aproveitar o resto do dia na praia de Baron Bay.
De volta à Brisbane, fizemos ainda um passeio turístico para ela conhecer no centro da cidade, o South Bank onde fica o centro cultural bem em frente ao Brisbane River.Brisbane tem de fato ares de primeiro mundo.Uma charmosa e muito bem dosada mescla de antigo e moderno são cenário comum para pessoas que parecem transitar sem tanta pressa e tensão. O povo em maioria é de classe média.Nada de mais, nada de menos .Muito agradável não sentir o choque entre as classes que infelizmente,estamos acostumados em nosso país.
A Rita voltou para o Brasil e eu voltei ao batente no Tuta, do que já estava sentindo falta.A noite ele me acorda,balançando os cabos como quem diz: “ E daí marinheira...vamos? ” , nada disso rapaz, agüenta firme , sem o Capitão à bordo nada feito.Temos que ficar aqui na marina bem protegidos mais um tempo aguardando ele voltar.
Sandra
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Terra a vista!!
Por volta de 19:30 de ontem, avistamos a silhueta das montanhas e aos poucos a luminosidade das cidades da costa oeste da Australia.
A tarde foi uma mistura de vela e motor, devido a inconstancia dos ventos.
Com o inicio da noite, o vento frio e umido tomou conta do ambiente.
A chegada foi trabalhosa, pois a noite era muito escura e para piorar chuva intermintente.
Utilizamos os tres sistemas de cartas que temos, sempre verificando um com outro.
Por conta dessa prática, descobrimos várias falhas nas cartas.
Boia deslocada meia milha, boia inexistente, boia com cor diferente.. uma maravilha!
O resultado foi que ninguém dormiu a noite toda, pois passamos os dois ligados em cartas, com binoculos nas mãos e o nariz espichado la na frente.
Da entrada da baia de Brisbane até a Marina são 45 milhas, que muitas vezes navegamos com correnteza contra de 2,5 kt. Conseguimos chegar finalmente as 8:30 horario local.
Mal amarramos o barco ao pier, o pessoal da alfandega e imigração já estava ao lado do barco.
Meia hora após, já estavamos regularizados.
Depois disso o pessoal da quarentena.
Isso é uma história a parte que vou contar depois.
Pra encurtar, AU$ 330.00 e meia hora após uma busca geral no barco, passando por confisco de tomates, cenouras, passas e etc, estavamos liberado também.
Abastecemos e zarpamos para a Marina East Coast, distante 20 milhas de onde haviamos chegado.
East Coast sera a Marina que o Tutatis ficara durante o periodo de furacões.
Mais uma etapa.
Z
A tarde foi uma mistura de vela e motor, devido a inconstancia dos ventos.
Com o inicio da noite, o vento frio e umido tomou conta do ambiente.
A chegada foi trabalhosa, pois a noite era muito escura e para piorar chuva intermintente.
Utilizamos os tres sistemas de cartas que temos, sempre verificando um com outro.
Por conta dessa prática, descobrimos várias falhas nas cartas.
Boia deslocada meia milha, boia inexistente, boia com cor diferente.. uma maravilha!
O resultado foi que ninguém dormiu a noite toda, pois passamos os dois ligados em cartas, com binoculos nas mãos e o nariz espichado la na frente.
Da entrada da baia de Brisbane até a Marina são 45 milhas, que muitas vezes navegamos com correnteza contra de 2,5 kt. Conseguimos chegar finalmente as 8:30 horario local.
Mal amarramos o barco ao pier, o pessoal da alfandega e imigração já estava ao lado do barco.
Meia hora após, já estavamos regularizados.
Depois disso o pessoal da quarentena.
Isso é uma história a parte que vou contar depois.
Pra encurtar, AU$ 330.00 e meia hora após uma busca geral no barco, passando por confisco de tomates, cenouras, passas e etc, estavamos liberado também.
Abastecemos e zarpamos para a Marina East Coast, distante 20 milhas de onde haviamos chegado.
East Coast sera a Marina que o Tutatis ficara durante o periodo de furacões.
Mais uma etapa.
Z
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Quinto dia (chegando...)
O final de tarde ontem foi muito lindo, com direito a "green flash" e tudo.
Green flash, é um fenomeno ótico que temos o privilégio de observar de vez em quando. Uma série de condições tem que coincidir para que aconteça. Mas resumindo, é quando o sol se põe, exatamente no momento em que ele desaparece no horizonte, por um segundo ou dois, uma luz verde toma lugar do amarelo/avermelhado do sol. Quem tiver interesse, sugiro uma busca no Google "green flash".. certamente vai haver explicação cientifica e fotos.
Mas de qualquer forma é lindo.
Depois do green flash, tivemos um show de uns passaros (parecidos com andorinhas do mar, bem maiores) que voavam em torno do barco, e em seu voo rasante elas como que "andavam" na água, tocando suas patinhas no mar, talvez em busca de algo para se alimentar.
Pra que assiste parece que elas literalmente caminham aos pulos na superficie espelhada do mar, devido a falta de vento.
Ao anoitecer avistamos no lado sul ao longe, grande atividade elétrica que iluminava o céu.. ainda bem que longe da gente.
Foi uma noite tranquila, motorando ainda.
Agora de manhã entrou um ventinho timido e aproveitamos para içar as velas, ajudando o motor, coitado.
Refiz a navegação, otando por entrarmos pelo canal norte da baia de Brisbane, pois como chegaremos a noite, este canal é bem sinalizado, pois é utilizado pelos navios. Vai aumentar nosso percurso, mas é bem mais seguro.
Com isso, prevemos chegar na entrada do canal as 2:30 da manha (13:30 Brasil), e chegarmos a marina (50 milhas após) ao meio dia (23:00 Brasil).
O tempo continua bom, pouco vento (mas gelado).
As cartas meteorológicas já mostram uma frente fria entrando pelo sul, na altura de Sydnei, mas não nos importunara.
Quando o possível mau tempo chegar, já estaremos comendo pipoca e assistindo filme na marina! :)
Green flash, é um fenomeno ótico que temos o privilégio de observar de vez em quando. Uma série de condições tem que coincidir para que aconteça. Mas resumindo, é quando o sol se põe, exatamente no momento em que ele desaparece no horizonte, por um segundo ou dois, uma luz verde toma lugar do amarelo/avermelhado do sol. Quem tiver interesse, sugiro uma busca no Google "green flash".. certamente vai haver explicação cientifica e fotos.
Mas de qualquer forma é lindo.
Depois do green flash, tivemos um show de uns passaros (parecidos com andorinhas do mar, bem maiores) que voavam em torno do barco, e em seu voo rasante elas como que "andavam" na água, tocando suas patinhas no mar, talvez em busca de algo para se alimentar.
Pra que assiste parece que elas literalmente caminham aos pulos na superficie espelhada do mar, devido a falta de vento.
Ao anoitecer avistamos no lado sul ao longe, grande atividade elétrica que iluminava o céu.. ainda bem que longe da gente.
Foi uma noite tranquila, motorando ainda.
Agora de manhã entrou um ventinho timido e aproveitamos para içar as velas, ajudando o motor, coitado.
Refiz a navegação, otando por entrarmos pelo canal norte da baia de Brisbane, pois como chegaremos a noite, este canal é bem sinalizado, pois é utilizado pelos navios. Vai aumentar nosso percurso, mas é bem mais seguro.
Com isso, prevemos chegar na entrada do canal as 2:30 da manha (13:30 Brasil), e chegarmos a marina (50 milhas após) ao meio dia (23:00 Brasil).
O tempo continua bom, pouco vento (mas gelado).
As cartas meteorológicas já mostram uma frente fria entrando pelo sul, na altura de Sydnei, mas não nos importunara.
Quando o possível mau tempo chegar, já estaremos comendo pipoca e assistindo filme na marina! :)
Nossa posição : S 26 27 , E 154 51
Tudo bem a bordo.
Z
Quarto dia
O mar continua calmo.
Incrivel como a vida fica mais fácil a bordo com o mar desse jeito.
Motoramos a noite toda, sempre com a ajuda da vela grande. Média de 5.5 kt.
De manhã aproveitei a calmaria para transferir o diesel dos galões para o tanque principal, e também para içar a Genneker novamente. Só que hoje não adiantou muito, pois o vento não compareceu como ontem. Assim, logo baixamos a "gorda" e guardei ela no saco.
Falamos com o pessoal de outros barcos que estão na área, muitos já chegando na Nova Zelandia, outros na Australia. Todos voltando se escondendo da estação de Furacões.
Recalculei nossa navegação e deveremos chegar em Brisbane depois de amanhã na hora do almoço (Quarta feira aqui, e Terça feira Brasil).
Incrivel como a vida fica mais fácil a bordo com o mar desse jeito.
Motoramos a noite toda, sempre com a ajuda da vela grande. Média de 5.5 kt.
De manhã aproveitei a calmaria para transferir o diesel dos galões para o tanque principal, e também para içar a Genneker novamente. Só que hoje não adiantou muito, pois o vento não compareceu como ontem. Assim, logo baixamos a "gorda" e guardei ela no saco.
Falamos com o pessoal de outros barcos que estão na área, muitos já chegando na Nova Zelandia, outros na Australia. Todos voltando se escondendo da estação de Furacões.
Recalculei nossa navegação e deveremos chegar em Brisbane depois de amanhã na hora do almoço (Quarta feira aqui, e Terça feira Brasil).
Tudo bem a bordo.
Z
Assinar:
Postagens (Atom)